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  Estudos e Pesquisas

 

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ÍNDICE DE CONFIANÇA DO CONSUMIDOR

O índice de expectativa é um dos indicadores de nível de atividades mais utilizados nos países desenvolvidos. Ele mede a confiança do consumidor na sua capacidade de compra e na situação do país, abordando expectativas em relação à inflação, ao desemprego e a rendimentos futuros. Nos Estados Unidos, por exemplo, seu uso é generalizado tanto pelo setor privado, quanto pelo governo e pela mídia.

Especificamente para o Comércio Varejista, o ICC Índice de Confiança do Consumidor, serve como bússola onde pode ser lido os sentimentos, expectativas e desejos de consumo de produtos.   Neste sentido, o comerciante pode superar seus desafios diários implementando seu plano estratégico com ações e atividades desde a simples tarefa da eqüivalência do estoque até complexas campanhas publicitárias, que incentivem às compras.

Em geral, este indicador tem a capacidade de antecipar as variações do nível de atividade econômica. Isto ocorre porque este índice procura avaliar a expectativa real dos consumidores em relação a compras a serem realizadas no futuro próximo.

Em outras palavras, trata-se de um indicador com precisão, baseado na opinião dos próprios consumidores, o potencial de consumo da população, tornando-o uma ferramenta poderosa para o varejo, fabricantes, consultorias e instituições financeiras.

O Índice de Expectativa se divide em três indicadores: Índice Atual, Índice Futuro e Índice Global.

Índice Atual: diz respeito aos consumidores que pretendem comprar em até trinta dias.

Índice Futuro: calculado com base nos consumidores que pretendem comprar em um horizonte temporal de onze meses (com exceção dos próximos trinta dias).

Índice Global: é o indicador que reflete a pretensão de compra dos consumidores nos próximos doze meses.

Este indicador poderá ser largamente utilizado pelo setor privado no seu planejamento de estoques e investimentos. Seu uso pode ser particularmente importante para o comércio varejista.

Por meio de uma transformação específica, cada pergunta (Pi) se transforma em um indicador quantitativo (Xi) variando entre 0 e 200 pontos, que é a variação da escala semântica. O índice 100 demarca a fronteira entre a situação de pessimismo e otimismo: abaixo de 100 pontos diz respeito à situação de pessimismo enquanto acima de 100 encontra-se a situação de otimismo. O Índice 0 denota situação de total pessimismo enquanto 200 pontos indica situação de total otimismo.

 

TAXAS DE ENDIVIDAMENTO DO CONSUMIDOR

As dificuldades em obter dados estatísticos que permitam avaliar a natureza e a real dimensão do endividamento do consumidor são acompanhadas pela multiplicidade de indicadores, de conceitos e de metodologias indevidamente utilizados na abordagem desta questão, não garantindo o rigor científico e a confiabilidade dos estudos realizados.

O objetivo deste trabalho é dar resposta às questões aqui colocadas no domínio da investigação na área do endividamento definindo conceitos estatísticos e metodologias para caracterização e avaliação do endividamento dos consumidores, visando, em particular, facilitar comparações a nível comunitário com base nas taxas que se seguem:

(1) Taxa de Consumidores com Contas ou Dívidas em Atrasos: refere-se ao número de consumidores que possuem contas ou dívidas em atrasos com relação a cheques pré-datados, cartões de crédito, carnês de lojas, empréstimo pessoal, compra de imóvel e prestações de carro e de seguros.

(2) Taxa de Comprometimento da Renda do Consumidor: diz respeito à parcela da renda dos consumidores que está comprometida com contas ou dívidas tais como cheques pré-datados, cartões de crédito, carnês de lojas, empréstimo pessoal, compra de imóvel e prestações de carro e de seguros.

(3) Taxa de Inadimplência em Potencial: é a taxa que reflete o número de consumidores que não terão condições de pagar contas ou dívidas atrasadas no mês em curso no que se refere a cheques pré-datados, cartões de crédito, carnês de lojas, empréstimo pessoal, compra de imóvel e prestações de carro e de seguros.

Dada a importância das conseqüências econômicas e sociais do endividamento dos consumidores é crucial seguir a tendência do endividamento e proceder um estudo sistemático da natureza e dimensão do endividamento. Com efeito, o endividamento põe em causa o equilíbrio orçamental do indivíduo ou do seu agregado familiar, com implicações importantes a nível social e psicológico, como a marginalização e a exclusão social, os problemas psíquicos, o alcoolismo, a dissolução das famílias, as perturbações da saúde física e mental dos filhos das famílias endividadas etc. Além das fortes implicações econômicas em termos pessoais e familiares, e dos graves problemas psicológicos e sociais que lhe estão associados, não se pode esquecer dos efeitos do endividamento sobre o setor real da economia. É natural que a proliferação de casos de famílias incapazes de cumprir os seus compromissos financeiros seja acompanhada da contração das despesas de consumo privado, especialmente de bens de consumo duradouro, via racionamento do crédito: os casos de insolvência das famílias afetam os níveis de confiança necessários ao normal funcionamento do mercado de crédito, os problemas de risco moral e seleção adversa são agravados. Também, as instituições financeiras reagem excluindo do mercado do crédito não só os clientes economicamente mais desfavorecidos, mas também certos agentes que, em princípio, não teriam dificuldades em satisfazer os seus compromissos de crédito. É também natural que as famílias em risco de endividamento sejam mais sensíveis às expectativas desfavoráveis da evolução futura dos rendimentos logo, consomem menos quando confrontadas com choques adversos. O efeito da diminuição do consumo privado faz-se sentir diretamente no abrandamento do crescimento do PIB, ou seja, no abrandamento do crescimento econômico.

A importância das conseqüências do endividamento justifica a relevância dada aos aspectos estatísticos e metodológicos do estudo deste fenômeno, no sentido de assegurar o rigor científico e a confiabilidade dos estudos realizados.

 

PESQUISA DE EMPREGO E SALÁRIO
DOS SETORES DO
COMÉRCIO VAREJISTA E SERVIÇOS

A análise do Setor do Comércio e de Serviços é especialmente importante, porque entre outras atividades econômicas é mais dependente de fenômenos de curto prazo. Em decorrência de seu conhecimento, serve como balizamento não só para as empresas, como também para o governo, que pode direcionar e melhorar as políticas públicas.

As Pesquisas de Emprego e Salário do Setor do Comércio e de Serviços na Região Metropolitana de Salvador é realizada baseado nos dados primário do CAGED. Tem como objetivo estudar o comportamento do mercado de trabalho de Serviços varejista por grupos de atividades.

Os principais indicadores gerados são:

Índice de Emprego: Indica a evolução do emprego formal. É calculado tomando-se por base o encadeamento das variações relativas mensais desde Dezembro do ano imediatamente anterior.

Taxa de Admissão: Indica a proporção de empregados do Setor incorporada ao mercado de trabalho em relação ao total de empregados no 1o. dia do mês.

Taxa de Demissão: Equivale a proporção de empregados do Setor desligados no mercado de trabalho em relação ao total de empregados no 1o. dia do mês.

Taxa de Rotatividade: Mede o percentual dos empregados substituídos mensalmente em relação ao estoque vigente no primeiro dia do mês. O cálculo da taxa de rotatividade mensal é obtido utilizando a soma de admissões e demissões sobre o total de empregos no 1o. dia do mês.

Salário Médio: Razão entre a massa salarial mensal e o total de empregados no 1o. dia do mês.

Para que as informações tenham ampla divulgação é produzido um relatório, com periodicidade mensal, onde o  FCDLBA/NPTEC  divulga o comportamento do emprego e salário do Comércio Varejista e de Serviços no Município de Salvador. Nestes relatórios, são publicadas informações sobre o comportamento do Setor do Comércio Varejista com um total de dez grandes segmentos, a saber:
(1) Cine-Foto-Som-Informática, (2) Lojas de Departamentos, (3) Móveis e Decorações, (4) Farmácias e Perfumarias, (5) Supermercados, (6) Lojas de Calçados, Tecidos e Vestuários, (6) Lojas de Móveis e Decorações, (7) Lojas de Farmácias e Perfumarias, (8) Loja de Calçados, Tecidos e Vestuários, (9) Combustíveis, Lubrificantes e GLP, (10) Loja de Autopeças.; e,
sobre o comportamento do Setor de Serviços com um total de oito grandes segmentos, a saber:
(1) Administração de Imóveis, (2) Aluguéis de Veículos, Máquinas e Equipamentos, (3) Clínicas Médicas e Odontológicas, (4) Comunicação, (5) Laboratórios de Análises Clínicas, (6) Transporte (7) Serviços Prestados as Empresas e (8) Serviços Prestados as Famílias.

Ressalte-se que as informações além de se constituírem em um importante instrumento para a tomada de decisões de curto prazo, também podem ser úteis podem ser úteis para o processo decisório e estratégico.  A cumulação dessas informações permite a formação de painéis que ajudem a identificar movimentos recorrentes, tais como sazonalidade, ciclo de negócios e outros, cuja identificação proporciona uma melhor programação econômico-financeira.

 

(FCDLBA NPTEC, 2009)
(última atualização em 30.04.2009

 

ÍNDICE DE CONFIANÇA DO CONSUMIDOR
TAXAS DE ENDIVIDAMENTO DO CONSUMIDOR

Apoio:

Os Estudos e Pesquisas ICC Índice de Confiança do Consumidor e Taxas de Endividamento do Consumidor, são executadas de forma síncrona intitulados Pesquisa do Consumidor de Salvador. Para acessar os relatórios individuais, clique no link para abrir o arquivo em formato PDF.

Sendo interesse de qualquer organização empresarial associada ao Sistema FCDL-BA em esclarescimentos mais detalhados, por favor solicite reunião com o Consultor-Chefe do NPTEC Sr. Michell da Silva Rocha, por telefone (71) 33295275 e/ou por e-mail nptec@fcdlba.com.

Relatórios Disponíveis:

2009-DEZEMBRO
(2009)(12) ICC Índice de Confiança do Consumidor (2009)(12) Produtos que Desejam Adquirir (2009)(12) Taxas de Endividamento
(2009)(12) Sondagem Conjuntural

2009-NOVEMBRO
(2009)(11) ICC Índice de Confiança do Consumidor (2009)(11) Produtos que Desejam Adquirir (2009)(11) Taxas de Endividamento
(2009)(11) Sondagem Conjuntural

2009-OUTUBRO
(2009)(10) ICC Índice de Confiança do Consumidor (2009)(10) Produtos que Desejam Adquirir (2009)(10) Taxas de Endividamento
(2009)(10) Sondagem Conjuntural

 

(FCDLBA NPTEC, 2009)
(última atualização em 03.11.2009